A ambigüidade implica que existem dois significados possíveis em termos operacionais dentro de um único conceito. Isto está implícito na etimologia da palavra ambigüidade.
E estes dois significados implicam, por um lado, um significado que é funcional à liberdade interior de um indivíduo, e por outro lado, outro significado que é funcional a sua necessidade interna de segurança.
Mas existe outra ambivalência em uma ambigüidade que está baseada em sua funcionalidade para a expansão ou para a contração.
Esta descrição é um exemplo de ambigüidade. Só um modelo ambíguo pode aproximar uma realidade ambígua.
Uma linguagem ambígua é essencial quando uma comunicação entre dois indivíduos está baseada na responsabilidade mútua. A comunicação ambígua requer de biunivocidade. Necessita-se de intercomunicação para trabalhar com a ambigüidade para poder concordar sobre um significado operacional comum.
Para evitar responsabilidades é preciso manejar linguagem operacional
Uma comunicação operacional é unívoca. Por isso o transmissor é responsável pela funcionalidade da comunicação. A responsabilidade do receptor está em decodificar a mensagem, sem precisar interpretar possíveis significados.
A realidade é ambígua quando trabalhamos com problemas complexos porque as relações causa-efeito são biunívocas. Neste caso a linguagem ambígua é necessária para operar com estas relações para assumir a responsabilidade dos resultados. Mas é necessário considerar que a eficiência está baseada no uso de linguagem operacional.
Os mitos falaciosos na comunicação
Manejar a ambigüidade requer ter conhecimento, consciência e responsabilidade. Manejar a natureza dos negócios implica manejar sua ambigüidade.
Um esforço “estupidificante” muito grande foi feito para minimizar a responsabilidade ao:
a) Honrar ao senso comum, apesar de que, pelo menos desde Platão, sabe-se que este está baseado em pensamentos rígidos baseados na experiência que podem ou não ser válidos para uma realidade diferente.
b) Desqualificar a comunicação ambígua projetando múltiplos significados sobre sua interpretação para evitar a responsabilidade de manejar problemas complexos.
Por isso é que é necessário ter o conhecimento técnico-analítico, um alto nível de consciência e ter assumido a responsabilidade de produzir um resultado predefinido.
O caminho para manejar a ambigüidade é longo, mas interessante.
Aprendendo a se manejar com a ambigüidade
O manejo da ambigüidade pode ser aprendido se um indivíduo conhecer e aceitar seu nível de liberdade interior.
Um campeão de futebol americano disse uma vez:
“Quanto mais treino, mais sorte tenho.”
Resolver enigmas é uma maneira simples para abordar a ambigüidade. Os enigmas têm muitas soluções. No longínquo Oriente, os enigmas são usados para desenvolver a liberdade interior e a responsabilidade.
Se você quiser expandir sua capacidade para manejar a ambigüidade lhe recomendamos ingressar em: http://www.unicist.net/partners-news/unicist-riddles-honoring-bricks/
A autocracia e a anarquia operam com verdades operacionais universais
e individuais e ambas usam linguagem operacional.
A democracia requer da ambigüidade…
Você decide…
Os sobreviventes não podem aceitar a ambigüidade porque precisam
se aferrar a “sua” verdade, desculpe, quis dizer, ao salva-vidas.
Você decide…
Você pode encontrar mais informação do Standard Unicista no Buscador do Standard Unicista: http://www.unicist.com/index-br.php
Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org
Peter Belohlavek
NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.000 investigações em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

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