Jan
13
2012
0

Reflexão sobre Estratégias de Valor Agregado vs. Soma Zero

Este é o input de Peter Belohlavek para a reflexão sobre a abordagem da realidade com estratégias de valor agregado versus estratégias de soma zero que foi organizada pelo Unicist Goodwill Network. Ela lhe dará uma nova visão sobre a natureza do comportamento humano adaptativo.

Esta atividade é parte do ciclo “Abrindo a Caixa da Pandora dos Males Sociais”. Os problemas sociais crônicos precisam ser curados e não só paliados. Paradoxalmente, abrir a “caixa” destes problemas permite curá-los, enquanto que fechá-la só permite paliá-los e aumenta seu poder de destruição.

Diana Belohlavek
VP Global Markets
& Market Labs

NOTA: The Unicist Research Institute foi a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade que se transformou na maior organização do mundo no campo dos sistemas adaptativos humanos. Mais de 4.200 investigações ontológicas unicistas foram desenvolvidas desde 1976 até Dezembro 2011, no campo da evolução individual, institucional e social. Incluíram o desenvolvimento dos mapas ontogenéticos unicistas (DNA) de instituições.

Sep
26
2011
0

Tweetinar: O Mapa Ontogenético (DNA) da Liderança – 27.9.11

O mapa ontogenético da liderança permite compreender o tipo de liderança necessária para manejar uma atividade específica em um contexto existente.

Em 27 de setembro às 3:00 pm hora Nova Iorque haverá um Tweetinar Unicista sobre o Mapa Ontogenético (DNA) da Liderança conduzido por Diana Belohlavek.

Registre-se em:
www.twitter.com/tweetinar_br

Os líderes influentes são “fazedores” em seu campo. Podem ser artistas, jogadores de futebol, homens / mulheres de negócios, políticos ou o que seja. Sua característica comum é que os líderes precisam fazer que as coisas ocorram.

A ontologia unicista da liderança descreve o mapa ontogenético que define o caminho natural para que um indivíduo possa exercer a liderança maximizando os resultados e minimizando os conflitos.

OStandard Unicista para a liderança está baseado no estabelecimento de procedimentos que estimulem o estilo de liderança que é funcional aos objetivos que procuram ser alcançados. Essencialmente a liderança implica a integração de autoridade, participação e poder. Isto resulta evidente.

As perguntas que serão respondidas durante oTweetinar Unicista são:

  1. Qual é o benefício de manejar o mapa ontogenético da liderança?
  2. Por que o conhecimento do DNA da liderança ajuda a construir a autoridade de um líder?
  3. Como se maneja o consenso organizacional?
  4. A participação pode expandir o poder da liderança?
  5. O que é a liderança democrática nas organizações hierárquicas?
  6. Quando é necessário exercer uma liderança não-democrática?
  7. O que significa a liderança reversa?

Recomendamos ver o vídeo (em inglês) sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar à coleção de livros sobre Arquitetura Unicista de Negócios:  http://www.unicist.com/index-br.php

N. I. Brown
Academic Department

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas unicistas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social. Incluíram o desenvolvimento dos mapas ontogenéticos unicistas (DNA) de instituições.

Sep
12
2011
0

Convite: Tweetinar de Organização Guiada por Objetos 13.9.11

Em 13 de Setembro às 2:00 pm hora Nova York haverá um Unicist Tweetinar sobre Organização Unicista Guiada por Objetos conduzido por Peter Belohlavek.

Cadastre-se em: www.twitter.com/tweetinar_br

O modelo de Organização Natural, ao igual que a natureza, está baseado em objetos. Nessa investigação você encontrará a estrutura dos objetos a utilizar em organizações e os conceitos que se necessitam para desenhá-los.  A globalização por um lado, o avanço tecnológico por outro, e a tendência a manejar sistemas cada vez mais complexos que têm um nível de ambigüidade crescente, fez necessário desenvolver uma tecnologia de manejo de processos de trabalho que permitisse aumentar o nível de valor agregado gerado e percebido e reduzir os custos de maneira de permitir uma competitividade global.

Isso levou a desenvolver entre 1981 e 1986 os meta-modelos organizacionais que permitissem um desenho organizacional capaz de manejar realidades transculturais e culturais ao mesmo tempo. Além disso, devia servir para gerar um grau de certeza nas relações de maneira que pudesse organizar em forma tal que a tecnologia assegurasse o resultado e o homem produzira o valor agregado incremental.

Assim nasceram nessa data os modelos Personalized Organization e Client Centered Management que foram os modelos transculturais com utilidade cultural para sustentar um incremento simultâneo de valor, produtividade e qualidade.

Depois dessa data se difundiram no mundo os desenvolvimentos dos sistemas orientados a objetos que permitiram fazer uma ponte entre as tecnologias informáticas e os desenvolvimentos organizacionais que fizeram a avançada no manejo de processos de trabalho por objetos.

As seguintes pergunta serão respondidas durante o Tweetinar:

  1. O que é a organização unicista guiada por objetos?
  2. Como se definem os processos?
  3. Como se definem os objetos que integram os processos?
  4. Por que começar com a organização de processos e não com os objetos que se têm?
  5. Como se define a missão (objetivos) da organização guiada por objetos?
  6. Por que a visão é o catalisador da organização guiada por objetos?
  7. Por que são os planos de ação os inibidores de entropia da organização guiada por objetos?

Recomendamos ver o vídeo sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar o livro “A Natureza da Organização Unicista Guiada por Objetos”: http://www.unicist.com/index-br.php

N. I. Brown
Secretaria Acadêmica

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
26
2011
0

Convite: Tweetinar de Desenvolvimento de Talentos 30.8.11

Em 30 de agosto às 2:00 pm hora Nova York haverá um Unicist Tweetinar sobre Desenvolvimento Unicista de Talentos de Negócio conduzido por Peter Belohlavek.

Cadastre-se em: www.twitter.com/tweetinar_br

O talento é um dom que têm todos os indivíduos. Para alguns é mais fácil descobri-lo que para outros. Os talentos são tão diversos como os campos de ação dos indivíduos no meio.

Os talentos só são tais quando produzem resultados. Estes resultados não sempre são aceitos pelo meio no momento. Ninguém duvida do talento de Van Gogh nem do de Nikola Tesla. Quando os talentos excedem muito os parâmetros aceitos em um dado momento em um meio determinado, o indivíduo fica marginalizado no meio.

O homem descobre seu talento atuando no meio com outros. Percebe-se por diferença. Quando alguém atua no campo de seu talento está:

1)      Focalizado: O talento implica um “alinhamento” dos “circuitos neurais” a um objetivo.

2)      Natural: O talento, adequadamente treinado, brota e flui naturalmente no âmbito da ação.

3)      Crível: O indivíduo que atua no campo de seus talentos é “consistente” e por isso é crível.

4)      Convencido: Quando uma pessoa adulta atua em seu talento está convencida do que faz.

5)      Auto-crítico: O que é mais notório nos talentos é a autocrítica. A autocrítica é a que leva às pessoas à melhoria e a superação contínua, desenvolvendo assim seu talento.

As seguintes pergunta serão respondidas durante o Tweetinar:

  1. Para que serve a inteligência ética?
  2. Qual é o uso da inteligência estratégica?
  3. No que se apóiam os tipos de pensamento lógico?
  4. Quando convém ensinar e quando convém facilitar a aprendizagem?
  5. Que tipos de talentos são necessários nas organizações?
  6. Que talentos se necessitam para as estratégias de máxima e quais para as estratégias de mínima?
  7. Que talentos se necessitam para manejar arquitetura de negócios?

Recomendamos ver o vídeo (em inglês) sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar o livro “Introdução ao Desenvolvimento Unicista de Talentos Guiado por Objetos”: http://www.unicist.com/index-br.php

N. I. Brown
Academic Department

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
15
2011
0

Convite ao Tweetinar de Objetos de Negócios de 16.8.11

Em 16 de agosto às 2:00 pm hora Nova York haverá um Unicist Tweetinar sobre Desenho de Objetos Unicistas de Negócio conduzido por Peter Belohlavek.
Cadastre-se em: www.twitter.com/tweetinar_br

O Standard Unicista para a Construção de Objetos de Negócio desenvolvido por Peter Belohlavek permite maximizar a efetividade das organizações.

Os Objetos Unicistas de Negócios são sistemas adaptativos que foram desenvolvidos para prover um resultado específico.

Os objetos de Negócio são sistemas adaptativos complexos integrados por sub-sistemas que funcionam como objetos interdependentes.

Economizam energia, em geral mais de 30%, porque seguem as estruturas taxonômicas da natureza dos processos de negócios nos que atuam.

As seguintes pergunta serão respondidas durante o Tweetinar:

  1. Que são objetos Unicistas de negócio?
  2. Como funcionam os objetos de negócio?
  3. O que se necessita para integrar objetos de negócio nos processos?
  4. Que tipo de objetos de negócio existem para ser usados nos negócios?
  5. Baixo que circunstância não se pode usar objetos?
  6. O que ocorre quando os objetos falham?
  7. Como se constroem objetos?

Recomendamos ver o vídeo sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:

Convidamos-le a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar o livro “Unicist Business Objects Building”: http://www.unicist.com/index-br.php

Diego Belohlavek
Expert System &
Business Platform Manager

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
05
2011
0

Modelagem de negócios: o uso de perguntas e respostas

Os negócios são, por definição, ações conscientes para satisfazer necessidades. Os homens e mulheres de negócios podem abordar estas necessidades sobre a base de respostas que têm ou de perguntas que se fazem.

Vender só “automóveis pretos” é uma abordagem baseada em respostas; pesquisar qual é a cor que se deseja é uma abordagem baseada em perguntas.

As pessoas que fazem o que acreditam estão guiadas por respostas. As pessoas que fazem o que se precisa estão guiadas por perguntas.

Os negócios que estão guiados por perguntas são, por natureza, “liberais” já que o input vem das necessidades do mercado. Os negócios guiados por respostas são “conservadores” porque as necessidades estão definidas por quem maneja o negócio.

As estratégias de mínima das empresas, que são aquelas que estão sob o controle da companhia, podem manejar-se com respostas. Os métodos, regras e guias de ação são caminhos definidos para desenvolver uma atividade e são homólogos ao que denominamos respostas.

As estratégias de máxima das companhias, que expandem os limites dos negócios, precisam ser manejadas com perguntas. O problema é compreender o que está dizendo o mercado. As respostas do mercado são, por definição, ambíguas e requerem a compreensão do campo unificado para ser interpretadas.

As estratégias de máxima requerem “liberais” e as estratégias de mínima necessitam “conservadores” para manejar o negócio.

Dirigir perguntas faz possível a introjeção das necessidades do mercado em troca o manejo de respostas implica projetar as decisões que alguém tomou. O modelado de negócios requer de ambas as abordagens para ser bem-sucedido.

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista:
http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
02
2011
0

Arquitetura de Negócios: Tweetinar sobre Desenho Back2Back

A história da investigação da taxonomia do “Unicist Extreme Design” se remonta aos começos dos anos 80. Não é aplicável ao desenho artístico.

A abordagem ontológica unicista implica que se precisa conhecer o conceito do que se desenha.

Portanto, como a taxonomia está apoiada no conhecimento da estrutura conceitual de um objeto que se está desenhando, foi necessário o descobrimento das estruturas conceituais que subjazem aos objetos para que seja possível evitar descobrir o conceito do que se está desenhando no momento de fazê-lo.

Os maiores problemas que têm os desenhos em geral é que os conceitos não são os que lhe correspondem à natureza dos objetos que se desenham.

Dar por válido o conceito que subjaz a um objeto leva muito tempo, que normalmente não se tem ao ter que fazer um desenho.

Neste caso se toma a função operativa como representativa da natureza do objeto e isso funciona sempre e quando não se buscar uma diferenciação ou posicionamento particular.

No desenho das ações que respondem ao senso comum os conceitos são desnecessários.

Esta tecnologia de abordagem da realidade foi denominada Unicist XD – Extreme Design – por sua relação homóloga com a tecnologia XP -Extreme Programming.

Os valores que subjazem ao Unicist XD:

1.   A simplicidade
2.   A fundamentação
3.   A criatividade
4.   A responsabilidade
5.   O respeito
6.   A confiança no próximo e portanto em nós próprios

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. O que é a metodologia Back2Back?
  2. Quando é necessária e quando é desnecessária?
  3. Porquê se precisa ter o conhecimento do conceito que subjaze ao problema que se está resolvendo?
  4. Como se precisa treinar às pessoas que participam do trabalho Back2Back?
  5. Como funciona a “idéia do conceito” que é o ponto de partida da metodologia?
  6. Em que contextos não se pode aplicar a metodologia Back2Back?
  7. Como funciona o processo de desenho em tempo real?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista para conhecer o “Hiperrealismo nos Negócios”: http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Jul
19
2011
0

Ciência da Complexidade: Tweetinar sobre Diagnósticos Unicistas

Diagnosticar, do ponto de vista da etimologia, significa discernir, distinguir. O uso cotidiano lhe deu outro alcance que inclui procurar as causas de um problema.

De um ponto de vista conceitual, o diagnóstico se realiza para influir em uma realidade que se necessita prognosticar. A fundamentação faz com que um diagnóstico seja seguro ou não.

Todo diagnóstico inclui os aspectos intuitivos com os quais um indivíduo se aproxima a um problema novo. A diferença entre os diagnósticos não está na intuição, e sim no que fazer a partir da informação que ela oferece.

Encontramos cinco níveis de diagnóstico:

1)      O intuitivo – analógico
2)      O descritivo
3)      O estático
4)      O causal
5)      O funcional

O diagnóstico intuitivo – analógico

O diagnóstico intuitivo aborda a realidade desde as percepções subjetivas de um indivíduo.

Denominamos diagnóstico intuitivo àquele que não utiliza nenhuma fundamentação para validar a intuição.

O diagnóstico descritivo

É o diagnóstico que resulta da descrição dos aspectos visíveis de uma realidade, dos sintomas da mesma. É um diagnóstico funcional para a solução de problemas simples.

O diagnóstico estático

É o diagnóstico baseado na análise de uma realidade. Para poder analisar algo, deve-se poder fixá-lo e, portanto, a análise sempre é estática. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas simples em campos que possuem um alto nível de componentes formais ou racionais.

O diagnóstico causal

Está baseado na compreensão da realidade como um sistema. É um diagnóstico sistêmico que analisa a realidade como um sistema em funcionamento. Este diagnóstico é funcional para resolver problemas complexos com um baixo nível de ambigüidade.

O diagnóstico funcional

Está baseado no emprego dos conceitos que subjazem a uma realidade observada de um ponto de vista funcional. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas de alta complexidade que possuam componentes ambíguos.

O diagnóstico seguro

Um diagnóstico é seguro quando inclui todos os níveis de análise. Nesse caso podemos dizer que temos um conhecimento seguro dessa realidade. O custo em energia que isso implica é muito alto. Por isso, tende-se a utilizar diagnósticos que são confiáveis, ainda que não seguros, e a observar a evolução da realidade para validá-los.

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. Para o que se fazem diagnósticos?
  2. Para o que servem os diagnósticos intuitivos?
  3. Em que se sustentam os diagnósticos funcionais?
  4. Para o que servem os modelos de validação matemática?
  5. Para o que servem os modelos de validação conceitual?
  6. Para o que serve a metodologia dos 5 por que?
  7. Quais são os 5 por que necessários?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista para conhecer o “Hiperrealismo nos Negócios”: http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Written by Peter Belohlavek in: Estratégia Unicista,Ontologia da Empresa,Unicist Tweetinar |
Jun
28
2011
0

Unicist Tweetinar sobre Manejo de Problemas Complexos

Estamos no campo das Ciências da Complexidade. Se, ante um problema, alguém consegue encontrar a resposta dos cinco “porquês”, haverá chegado à essência de um problema complexo.

O caminho dos cinco porquês tem estágios intermediários que permitem resolver problemas de menor complexidade.

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. Como se sabe que um problema é complexo e que conseqüências tem?
  2. Qual é o caminho mais simples para definir um problema complexo, mais à frente da abordagem subjetiva intuitiva?
  3. Que tipo de fundamentação se precisa conhecer para poder dirigir um problema complexo?
  4. Que tipo de conhecimento se tem que ter para manejar este tipo de problemas?
  5. Qual é o valor de uma opinião?
  6. Como podem evitá-las construções falaciosas de fundamentações ou justificações?
  7. Como podem evitá-los mitos falaciosos das culturas que dão soluções que em realidade só evitam o problema?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira no desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas. Desde 1976 até Setembro 2010 se desenvolveram mais de 3.500 investigações ontológicas no campo da evolução individual, institucional e social.

Jun
23
2011
0

Unicist Tweetinar: Resolução de problemas complexos

O Tweetinar de 28 de junho de Peter Belohlavek lhe dará acesso às metodologias unicistas de Ciências da Complexidade para o manejo de problemas complexos.

Abre o caminho da abordagem ontológica e o uso de objetos para a resolução de problemas, que é imprescindível para o manejo de sistemas adaptativos complexos.

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Martin Alvaro
Resident PM Manager

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira no desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas. Desde 1976 até Setembro 2010 se desenvolveram mais de 3.500 investigações ontológicas no campo da evolução individual, institucional e social.

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