Nov
30
2010
0

A expansão depende da estratégia de máxima

A oportunidade da vitória é dada pelo inimigo (Sun Tzu).

Esta frase sintetiza a estratégia de máxima. Dela resultam certas condições para ser capazes de desenvolvê-la:

1) A oportunidade é um elemento externo à empresa que está concorrendo ou à pessoa que está conduzindo esta concorrência.
2) Ter uma capacidade de influência tal que a oportunidade não se escape (o poder de fogo tem que ser adequado ao objetivo).
3) A mente do indivíduo tem que estar preparada para tomar a oportunidade. Caso contrário não a vê ou não a toma. Tomar uma oportunidade é adicionar valor no momento justo para obter uma vitória.

Desta combinação resulta muito claro que tudo começa pela oportunidade. Portanto organizar uma instituição que só se baseia na oportunidade é como sair a procurar um tesouro. Se não se encontrar, são muitos os que fracassam. Por isso é fundamental encontrar um caminho de sobrevivência da organização, para assegurar que haja suficiente tempo para que apareçam as oportunidades.

O êxito da Estratégia Unicista reside no complemento das Estratégias de máximas com estratégias de mínima. As estratégias de máxima definem horizontes, as de mínima garantem a sobrevivência.

Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org

Diana Belohlavek

*Sobre a base do Standard Unicista para a Construção de Estratégias.

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

Nov
24
2010
0

Estratégia competitiva unicista: máxima e mínima para ganhar

A estratégia competitiva bem-sucedida é aquela que desenvolve simultaneamente uma estratégia de máxima, que depende da tomada de oportunidades para crescer no mercado, e uma estratégia de mínima, que ao mesmo tempo assegure a sobrevivência.

A estratégia competitiva é a que faz que a capacidade de adaptação da empresa seja superior à do competidor. O efeito de uma boa estratégia competitiva é crescer no mercado adicionando valor ao mesmo e tomando valor do mesmo. Em definitiva é crescer e ganhar.

Quando se desenvolve uma estratégia competitiva, cujo objetivo é adaptar-se ao meio, é preciso ter duas estratégias simultâneas.

Por um lado, precisa-se ter uma estratégia de máxima, aproveitando todas as oportunidades que aparecem no mercado. Esta estratégia de máxima tem elementos utópicos que são os objetivos mais desejáveis a alcançar. Mas a possibilidade de alcançar os objetivos de máxima não depende só do indivíduo. Depende fundamentalmente das oportunidades do meio. Dali que tendo só uma estratégia de máxima, a empresa ou instituição está em alto risco de não sobreviver se a oportunidade não aparecer ou não se tomar.
Por outro lado, necessita-se de uma estratégia de mínima. Ali é onde as forças da própria organização são as que determinam o êxito da gestão. Na estratégia de mínima valem as próprias capacidades de conseguir resultados.
Com a combinação de ambas as forças, a de máxima e a de mínima, é que obtemos que a adaptação ao meio resulte em uma estratégia competitiva bem-sucedida.

Comece sempre por definir primeiro o crescimento a partir da estratégia de máxima e logo procure a mínima. A cada um de nós nos é mais natural um tipo de estratégia que outro. Se você tender a ver só a estratégia de máxima, o êxito estará liberado ao azar da conjuntura, por isso é preciso desenvolver em detalhe a estratégia de mínima que garante a sobrevivência e depende de você. Se você tender a ver primeiro sua estratégia de mínima, trocará crescimento por sobrevivência. Faça primeiro foco em sua estratégia de máxima. Leve em conta que a chave está na complementaridade.

Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org

Diana Belohlavek

*Sobre a base do Standard Unicista para a Construção de Estratégias.

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

Nov
13
2010
0

Resolvendo o Paradoxo da Participação na Promoção

Quando se desenham eventos promocionais é chave manejar a ambigüidade que representa a participação do público objetivo. Quando o desejo de pertencer é grande, existe um temor natural a não poder acessar. Mas quando a acessibilidade é muito alta, a credibilidade fica em dúvida.

A participação é o elemento central que sustenta à promoção. Mas receber obséquios não é participar. Vivenciar os objetos sim.

A participação implica um desejo de pertencer, de integrar-se a uma atividade. Este desejo, não obstante, gera de por si o que inicia o processo de participação: a acessibilidade. Quando o desejo de participação é grande surge o temor natural a ver se a gente pode acessar a essa atividade.
Já seja por temor ao ridículo, ao rechaço, a dificuldades individuais ou a preconceitos, o homem tende a necessitar que lhe “abram a porta interior” em sua cabeça para que se inicie o processo de promoção. A função do promotor é influir nisso.

Imediatamente de atingido o objetivo do acesso, o nível de credibilidade da atividade diminui. Já está dentro dela. portanto a segunda fase da participação é a credibilidade. A credibilidade está dada pelo conjunto de elementos de que se compõe a atividade de promoção.
A credibilidade é uma combinação sutil que combina as utopias e os mitos que rodeiam à atividade, evitando as zonas tabu, para atingir o objetivo de que os homens operem em forma adaptada ao meio.

Alcançada a credibilidade fica livre o acesso ao desejo de pertença que é central à atividade de participar. Quando estão liberadas as barreiras de acesso há uma credibilidade adequada, então pertencer é a meta ansiada. Pertencer é incorporar a vivência do produto em nosso conceito ”nosso” ou “nós”. Por isso nas culturas altamente individualistas há uma grande dificuldade para que funcione a demonstração com participação verdadeira dos indivíduos.

Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org

Diana Belohlavek

* Sobre a base do Standard Unicista para o Desenho de Promoções.

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

Nov
12
2010
0

Para produzir uma mudança é preciso conhecer o final

As mudanças organizacionais só podem ser lideradas por quem já sabe aonde va. Isto quer dizer que não há possibilidades de produzir mudanças onde os líderes são os primeiros em ter que mudar.

Isto não é tão óbvio como parece, já que no verbal pode haver uma aparente decisão de mudar que no profundo não existe. Para detectar quem pode liderar a mudança é necessário ter uma boa informação sobre as ações concretas que os indivíduos desenvolvem. Nelas se vêem as mudanças necessárias para o indivíduo.

Mas o problema central em matéria de mudança é saber como administrar a resistência à mudança, minimizando-a, evitando-a ou, se for possível, transformando-a em motor dessa mudança.

Podemos afirmar três leis das mudanças organizacionais:

1) As mudanças grandes não podem ser participativas, mas devem responder a uma necessidade profunda e sentida. As mudanças grandes não podem participar-se sem anular seu efeito.
2) As mudanças médias necessariamente devem ser participativas. Caso contrário gera-se a resistência à mudança além de seu nível natural e espontâneo.
3) As mudanças pequenas podem ser participativas e serão eficientes na medida em que haja um benefício marginal por esta participação. O fato de não ser participativa não gera resistência à mudança pequena.

Conhecer a natureza da mudança é função do líder. O saber definir sua natureza é a chave para encontrar soluções funcionais que minimizem a resistência.

Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org

Diana Belohlavek

*Sobre a base do Standard Unicista para o manejo da mudança em empresas.

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

Nov
04
2010
0

Liderança: a solidão do poder e o poder do fazer

Ter o poder implica estar sozinho. Os líderes que são capazes de suportar as decisões em solidão são os que forjam instituições e as levam ao crescimento. São os que pagam os custos por chegar.

Para ter o poder sem exercê-lo um homem tem que estar orientado à auto-realização dentro de uma adaptação dinâmica ao mundo exterior e com uma atitude de autocrítica que o leve a um permanente estado de melhoria pessoal que o leva a legitimar o poder que tem.

Quando uma pessoa faz algo está sozinha. Todo o risco é do que faz e todo o fracasso é dele também, mas também todo o mérito é daquele que faz.

A cultura da ação é básica em toda sociedade e os dirigentes orientados à ação são os que fazem crescer às instituições. Mas também são, em muitos casos, os heróis que morrem jovens para que outros cresçam.

A cultura da ação é considerada normal nos núcleos emergentes de uma cultura, é bem vista nos desenvolvidos e é considerada uma ameaça nos subdesenvolvidos.

Gerar uma micro-cultura da ação implica promover a responsabilidade do fazer.

Como é bem sabido “O êxito tem muitos pais e o fracasso é órfão”. É muito provável que encontre poucos adeptos nos inícios, e muitos queiram subir a seu “navio” quando já conseguiu sair do porto. ***

Solicite mais informação a: n.i.brown@unicist.org

Diana Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.

Patrocinadores

Unicist Goodwill Network

RSS

 

Siga-nos no twitter


Pesquise em nossos Websites:


Powered by WordPress. Theme: TheBuckmaker. Schufa KSV, Xoppla