May
31
2011
0

Perguntas do Unicist Tweetinar sobre Segmentação Ontológica

As perguntas para os participantes do Tweetinar são as seguintes:

O que levou ao desenvolvimento do modelo se segmentação ontológica de mercado?
O que é a segmentação ontológica unicista?
Para que servem os fundamentals, que são os elementos que estruturam a ontologia do comportamento humano?
Quais são os elementos que integram a segmentação ontológica unicista de mercado?
Para que serve a segmentação ontológica unicista universal do mercado?
O que é a micro-segmentação ontológica de mercado?
Como se materializa a micro-segmentação na ação no mercado?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, desenvolvidas desde 1976 até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
31
2011
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Unicist Tweetinar sobre Micro-segmentação de Mercado

A micro-segmentação como um caminho para influir no cliente real foi possível graças ao descobrimento da segmentação ontológica de mercado.

Permite manejar e influir na ação de compra e a sua vez determinar os limites das possibilidades que determinam a impossibilidade de uma ação comercial.

Os conceitos e os fundamentals como base da atitude humana são o apoio deste modelo de segmentação. O estilo de vida de base antropológica permite determinar as condições do contexto da atividade comercial..

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Peter  Belohlavek

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May
31
2011
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Construção de marcas apoiada em objetos unicistas

O propósito de construir marcas é desenvolver catalisadores de negócio. Os catalisadores são aceleradores de processos. As marcas são um catalisador natural para o crescimento de mercado. Ao mesmo tempo é preciso considerar que se podem utilizar objetos de negócio para catalisar a construção de marcas.

Para construir objetos que acelerem a construção de marcas se precisa ter apreendido a natureza de um negócio e da correspondente marca. Apreender a natureza implica conhecer a ontologia de um negócio e da marca necessária.

Pode-se definir a ontologia de uma marca como a integração do propósito, que é a construção de goodwill, com a marca do produto e a imagem institucional.

Goodwill é o “valor subjetivo” de algo que excede seu “valor objetivo”. O goodwill se mede em dinheiro.

Os produtos representam naturalmente a função ativa da construção de marcas e a imagem institucional é a função de conservação de energia. Se algum dos elementos faltar, a marca vai gerar um goodwill negativo.

É preciso levar em conta que os objetos de negócio são sistemas adaptativos desenvolvidos para produzir um resultado predefinido. Emulam a organização da natureza. Por exemplo, uma árvore é um objeto. Uma pessoa terá acelerado a evolução se pôde transladar árvores de um meio para outro. A construção de marcas se acelera quando se utilizam os objetos adequados.

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May
26
2011
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Ontologia da velocidade interna da tomada de decisões

Uma decisão foi tomada quando foi implementada. Antes da implementação as decisões são simples expressões de desejo.

A velocidade na tomada de decisões depende do tipo de pensamento lógico da pessoa. É necessário esclarecer que a velocidade é definida como o tempo cronológico que transcorre entre o momento em que ocorre um fato novo e a implementação de uma ação real para exercer uma influência efetiva.

Quando mais evoluído esteja o pensamento lógico de uma pessoa tanto major é sua velocidade de ação:

1) O pensamento analógico leva às indecisões porque prevalecem as necessidades e crenças pessoais. Sua velocidade é “0” (zero).

2) O pensamento operativo requer fazer os estudos técnico-analíticos necessários para definir o problema e a possível solução. Este é considerado o tempo standard para a tomada de decisões.

3) O pensamento analítico permite focalizar os estudos técnico-analíticos operacionais. Isto duplica a velocidade do pensamento operativo.

4) O pensamento sistêmico (científico) focaliza em uma operação específica o que reduz o custo da preparação da tomada de decisões sobre a base da existência de uma hipótese de solução. Isto duplica a velocidade do pensamento analítico.

5) O pensamento conceitual provê a estrutura ontológica que subjaze à operação. Permite definir os impulsores essenciais da solução. Isto duplica a velocidade do pensamento sistêmico.

6) O pensamento unicista provê a compreensão dos limites da solução o que permite desenvolver um plano B (que inclui um inibidor de entropia) e um plano C (que inclui um catalisador). Isto duplica a velocidade do pensamento conceitual.

Conclusão

A velocidade interior não pode ser acelerada sem produzir resultados paradoxais.

A velocidade interior evolui com o indivíduo, mas uma aceleração súbita leva a pessoa ao pensamento analógico.

Deve se ter em conta que a massa da população tende a utilizar pensamento analógico no trabalho. Nas decisões em equipes de trabalho é necessário aceitar que um trem se move à velocidade de seu vagão mais lento (metáfora).

As velocidades mencionadas mais acima foram confirmadas empiricamente.

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Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
23
2011
0

Ver para crer ou crer para ver?

A sobrevivência requer ver para crer

O pensamento conservador requer ver para crer. Por isso é que quando se discute um novo conceito e uma pessoa pede um benchmark análogo, é porque ela está evitando entrar no campo novo.

Ver para crer é necessário para manejar o pensamento operacional. Quando tem que operar é necessário manejar a credibilidade apoiada em “ver”. A palavra ver é utilizada no amplo sentido da palavra e contempla todos os aspectos que estão relacionados com as experiências sensoriais para apreender a realidade.

“Ver para crer” está baseado nas experiências passadas das pessoas para gerar a credibilidade das ações do presente.

O pensamento encadeado para diante é uma abordagem segura da realidade que evita necessitar um alto nível de liberdade interior porque a realidade externa é apreendida através de experiências sensoriais. Com a informação dos sentidos evita-se precisar tomar decisões baseadas na liberdade interior.

1 + 1 = 2 é uma metáfora aritmética do pensamento encadeado para frente.

As estratégias de mínima, que precisam assegurar a sobrevivência, requerem do uso do pensamento encadeado para diante e a utilização de experiências sensoriais para crer.

As ações expansivas exigem crer para ver

As ações expansivas requerem prover valor agregado adicional ao meio e assim são implicitamente inovadoras. A inovação está implícita no valor agregado adicional.

Crer para ver é imprescindível para o pensamento conceitual. Os conceitos são essenciais. Por isso precisam ser abordados baseando-se em crenças abstratas que necessitam logo ser confirmadas em suas manifestações operacionais.

O pensamento conceitual implica reflexão que vai além das experiências sensoriais das pessoas. As experiências homólogas são os benchmarks a utilizar para apreender novos campos de ação.

Crer para ver é necessário para abordar a natureza da realidade para influir em sua evolução futura e desenvolver as ações do presente.

O pensamento encadeado para trás é necessário para abordar toda atividade relacionada com sistemas adaptativos e complexos. A unicidade de uma realidade só pode ser abordada com o pensamento encadeado para trás que está integrado no processo de reflexão unicista.

2 = infinitas soluções, é uma metáfora aritmética do pensamento encadeado para trás.

Requer do uso de um alto nível de liberdade interior, porque não há parâmetros sensoriais para confirmar a validez de um processo. Por isso é que “crer para ver” precisa ser sustenido para testes destrutivos e não destrutivos.

As estratégias de máxima, que permitem a expansão além dos limites atuais de uma atividade, requerem do uso do pensamento encadeado para trás utilizado as crenças que logo precisam ser validadas com experiências sensoriais.

“Fazer” em sistemas adaptativos

A ação é a demonstração de que uma decisão se tomou. Há decisões não conscientes, intuitivas e conscientes. Todas as ações incluem todos os aspectos, mas quando falamos de “Fazer” nos referimos a ações reguladas pelo comportamento consciente.

Influir nos sistemas adaptativos requer integrar “crer para ver e ver para crer”. Mas isto deve ocorrer seguindo a lei ontológica da evolução. Um indivíduo deve primeiro crer para poder ver e logo confirmar o que viu para poder validar sua crença.

O manejo de sistemas adaptativos implica começar por apreender as possibilidades que podem ser alcançadas. Para fazer é necessário utilizar o pensamento encadeado para trás para apreender a solução em sua unicidade. Por isso o primeiro passo para manejar sistemas adaptativos exige o uso da liberdade interior para apreender a realidade. Exige “crer para ver”.

Isto permite desenvolver uma estratégia de máxima que faz possível a expansão.

Depois de que um conceito foi apreendido e utilizado no desenvolvimento das estratégias de máxima, é necessário assegurar a sobrevivência desenvolvendo as estratégias de mínima. As estratégias de mínima são operacionais e utilizam o encadeado para diante como ferramenta que requer experiências sensoriais para confirmar a validez das ações. Por isso exige uma abordagem de “ver para crer”.

O nível de liberdade interior que exigem é mínimo porque as ações estão guiadas por experiências sensoriais.

Fazer implica ter a liberdade interior necessária para poder “crer para ver” e a disciplina necessária para seguir um método apoiando-se em “ver para crer”.

Para definir os negócios é necessário, por um lado, “crer para ver” porque, por definição, eles acontecem no futuro que não pode ser percebido através de experiências sensoriais, e por outro lado, “ver para crer” para que possam ser administrados.

Nos negócios “ver para crer” é uma falácia.

Nas atividades operacionais “crer para ver” é uma utopia.

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Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
20
2011
0

Unicist Tweetinar sobre Segmentação Ontológica de Mercado

A segmentação ontológica unicista de mercado é a integração dos impulsores que atuam na ação dos compradores e consumidores no momento da decisão de compra.

A ontologia unicista define que a ontologia de uma realidade funcional é única e transcultural.

A segmentação unicista de mercado é um subproduto de as investigações no campo da Antropologia Unicista e sua aplicação da construção de cenários futuros.

Inclui:

1) A segmentação conceitual
2) A segmentação funcional
3) A segmentação psicológica
4) A segmentação por estilos de vida

A investigação começou em 1976, sendo as primeiras aplicações da segmentação ontológica unicista em: marketing de cartões de crédito em 1981 e marketing político em 1987.

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Martin Alvaro
Resident PM Manager

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
09
2011
0

Ontologia Unicista para usar computadores na educação

Os computadores são, objetivamente, a ferramenta mais poderosa para apoiar processos de ensino. O objetivo da educação é prover o conhecimento necessário para se adaptar à realidade e trabalhar.

Adaptar-se implica integrar-se no meio social e exercer a influência necessária para fazê-lo crescer e com isso expandir as possibilidades das gerações futuras.

O trabalho implica gerar valor agregado e receber a contraparte desse valor.

Os computadores podem gerar resultados paradoxais

A realidade é um sistema adaptativo que, por definição, é complexo.

A complexidade implica, entre outros aspectos, que os elementos da realidade têm definições difusas e que são interdependentes e sua percepção é ambígua dentro de um meio que tem limites abertos e requer do uso de lógica integradora para sua apreensão.

Com pensamento dual não é possível apreender a realidade

Os computadores provêem um ambiente de segurança que dá respostas instantâneas baseadas na lógica dual, evitando a necessidade de enfrentar a incerteza e a ambigüidade da realidade.

Por isso é que o uso de computadores nos processos de ensino gera uma realidade paralela na qual os indivíduos sabem que estão em um meio desambiguado, onde podem dominar a realidade que está sendo ensinada.

Crescer implica ser capaz de se adaptar a um meio que é mais amplo, mais complexo ou que requer de maior consumo de energia que o que está manejando o aluno em um dado momento.

Estas realidades paralelas que podem gerar os computadores se transformam, para as mentes ociosas, no “Grande Irmão” de George Orwell.

Os computadores potencializam aos alunos que estão impulsionados por uma necessidade de aprender, mas a massa prefere procurar um Grande Irmão a quem seguir, enquanto procura satisfazer suas necessidades individuais.

Os mestres precisam mudar de papel

A massa de mestres adotou no sistema educativo o papel da conservação de energia dado pelo ensino. Não precisavam investir a energia necessária para guiar processos de aprendizagem individuais. Iso nunca foi pedido. Por isto é que a taxonomia de aprendizagem de Bloom não se difundiu e passou a ser utilizada nas escolas para meninos superdotados.

Se os mestres não adotam o papel de guiar os processos de aprendizagem, os computadores produzem a inibição do pensamento das massas.

A mudança de papel dos mestres requer de uma mudança generacional sempre e quando houver uma decisão de potencializar a aprendizagem dos alunos.

Esta decisão não tem “rating” porque potencializar o encargo de responsabilidades requer um maior nível de consumo de energia em tanto que o “rating” demanda uma redução do nível de consumo de energia.

Uma degradação adequadamente “disfarçada” tem rating alto, em tanto que uma elevação do nível não o tem.

Peopleware, software e hardware

Todo sistema precisa estar focalizado nas pessoas, fica em marcha com o software e a conservação de energia está dada pelo hardware.

O uso de computadores na educação requer definir primeiro o peopleware, logo o software e, finalmente, instalar o hardware necessário.

A evolução requer ter o conceito do peopleware, incluindo tanto a alunos como a mestres, para definir o sistema educativo.

A involução se produz quando as soluções de hardware precedem às de software. Mas ambas se degradam se o peopleware não demonstrou sua validez.

A involução sempre consome menos energia que a evolução. Por isso é tão difícil passar de involução a evolução e é tão fácil fazer à inversa.

Países em desenvolvimento e países em vias de subdesenvolvimento

As culturas em desenvolvimento seguem naturalmente as regras da evolução e as culturas em subdesenvolvimento tendem a fazer “atalhos” em sua evolução que produzem efeitos paradoxais.

A massificação dos computadores nas escolas, sem ter clarificado o propósito do peopleware e sem ter resolvido as alternativas de software, transforma-se em um fim em si mesmo e degrada ao processo educativo. É por isso que tem rating. Provê soluções mágicas a um problema que requer de uma estratégia de mudança cultural.

O efeito é necessariamente uma degradação da capacidade de adaptação dos alunos em tanto se promove uma realidade paralela que tende a transformar-se em adição para evitar assumir a responsabilidade de pensar / refletir.

Um paliativo

Os pais precisam assumir a responsabilidade de liderar a educação de seus filhos. Recomendamos veementemente gerar um contexto real ao qual os meninos precisem se adaptar e resolver problemas que estiverem além dos limites dos computadores.

Se você pode alcançar este objetivo, o desmanejo da educação sustentada por computadores se verá compensado e ao mesmo tempo se verá transformado em um processo funcional. Caso contrário, você verá os meninos fazer uma “Rebelião na Granja” para procurar o “Grande Irmão”.

Quando não há pais, não há paliativo.

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Peter Belohlavek e Diana  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

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