Jul
19
2011
0

Ciência da Complexidade: Tweetinar sobre Diagnósticos Unicistas

Diagnosticar, do ponto de vista da etimologia, significa discernir, distinguir. O uso cotidiano lhe deu outro alcance que inclui procurar as causas de um problema.

De um ponto de vista conceitual, o diagnóstico se realiza para influir em uma realidade que se necessita prognosticar. A fundamentação faz com que um diagnóstico seja seguro ou não.

Todo diagnóstico inclui os aspectos intuitivos com os quais um indivíduo se aproxima a um problema novo. A diferença entre os diagnósticos não está na intuição, e sim no que fazer a partir da informação que ela oferece.

Encontramos cinco níveis de diagnóstico:

1)      O intuitivo – analógico
2)      O descritivo
3)      O estático
4)      O causal
5)      O funcional

O diagnóstico intuitivo – analógico

O diagnóstico intuitivo aborda a realidade desde as percepções subjetivas de um indivíduo.

Denominamos diagnóstico intuitivo àquele que não utiliza nenhuma fundamentação para validar a intuição.

O diagnóstico descritivo

É o diagnóstico que resulta da descrição dos aspectos visíveis de uma realidade, dos sintomas da mesma. É um diagnóstico funcional para a solução de problemas simples.

O diagnóstico estático

É o diagnóstico baseado na análise de uma realidade. Para poder analisar algo, deve-se poder fixá-lo e, portanto, a análise sempre é estática. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas simples em campos que possuem um alto nível de componentes formais ou racionais.

O diagnóstico causal

Está baseado na compreensão da realidade como um sistema. É um diagnóstico sistêmico que analisa a realidade como um sistema em funcionamento. Este diagnóstico é funcional para resolver problemas complexos com um baixo nível de ambigüidade.

O diagnóstico funcional

Está baseado no emprego dos conceitos que subjazem a uma realidade observada de um ponto de vista funcional. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas de alta complexidade que possuam componentes ambíguos.

O diagnóstico seguro

Um diagnóstico é seguro quando inclui todos os níveis de análise. Nesse caso podemos dizer que temos um conhecimento seguro dessa realidade. O custo em energia que isso implica é muito alto. Por isso, tende-se a utilizar diagnósticos que são confiáveis, ainda que não seguros, e a observar a evolução da realidade para validá-los.

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. Para o que se fazem diagnósticos?
  2. Para o que servem os diagnósticos intuitivos?
  3. Em que se sustentam os diagnósticos funcionais?
  4. Para o que servem os modelos de validação matemática?
  5. Para o que servem os modelos de validação conceitual?
  6. Para o que serve a metodologia dos 5 por que?
  7. Quais são os 5 por que necessários?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista para conhecer o “Hiperrealismo nos Negócios”: http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Written by Peter Belohlavek in: Estratégia Unicista,Ontologia da Empresa,Unicist Tweetinar |

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