Tweetinar: O Mapa Ontogenético (DNA) da Liderança – 27.9.11
O mapa ontogenético da liderança permite compreender o tipo de liderança necessária para manejar uma atividade específica em um contexto existente.
Em 27 de setembro às 3:00 pm hora Nova Iorque haverá um Tweetinar Unicista sobre o Mapa Ontogenético (DNA) da Liderança conduzido por Diana Belohlavek.
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Os líderes influentes são “fazedores” em seu campo. Podem ser artistas, jogadores de futebol, homens / mulheres de negócios, políticos ou o que seja. Sua característica comum é que os líderes precisam fazer que as coisas ocorram.
A ontologia unicista da liderança descreve o mapa ontogenético que define o caminho natural para que um indivíduo possa exercer a liderança maximizando os resultados e minimizando os conflitos.
OStandard Unicista para a liderança está baseado no estabelecimento de procedimentos que estimulem o estilo de liderança que é funcional aos objetivos que procuram ser alcançados. Essencialmente a liderança implica a integração de autoridade, participação e poder. Isto resulta evidente.
As perguntas que serão respondidas durante oTweetinar Unicista são:
- Qual é o benefício de manejar o mapa ontogenético da liderança?
- Por que o conhecimento do DNA da liderança ajuda a construir a autoridade de um líder?
- Como se maneja o consenso organizacional?
- A participação pode expandir o poder da liderança?
- O que é a liderança democrática nas organizações hierárquicas?
- Quando é necessário exercer uma liderança não-democrática?
- O que significa a liderança reversa?
Recomendamos ver o vídeo (em inglês) sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:
Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar à coleção de livros sobre Arquitetura Unicista de Negócios: http://www.unicist.com/index-br.php
N. I. Brown
Academic Department
NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas unicistas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social. Incluíram o desenvolvimento dos mapas ontogenéticos unicistas (DNA) de instituições.













































