Jan
13
2012
0

Reflexão sobre Estratégias de Valor Agregado vs. Soma Zero

Este é o input de Peter Belohlavek para a reflexão sobre a abordagem da realidade com estratégias de valor agregado versus estratégias de soma zero que foi organizada pelo Unicist Goodwill Network. Ela lhe dará uma nova visão sobre a natureza do comportamento humano adaptativo.

Esta atividade é parte do ciclo “Abrindo a Caixa da Pandora dos Males Sociais”. Os problemas sociais crônicos precisam ser curados e não só paliados. Paradoxalmente, abrir a “caixa” destes problemas permite curá-los, enquanto que fechá-la só permite paliá-los e aumenta seu poder de destruição.

Diana Belohlavek
VP Global Markets
& Market Labs

NOTA: The Unicist Research Institute foi a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade que se transformou na maior organização do mundo no campo dos sistemas adaptativos humanos. Mais de 4.200 investigações ontológicas unicistas foram desenvolvidas desde 1976 até Dezembro 2011, no campo da evolução individual, institucional e social. Incluíram o desenvolvimento dos mapas ontogenéticos unicistas (DNA) de instituições.

Aug
15
2011
0

Convite ao Tweetinar de Objetos de Negócios de 16.8.11

Em 16 de agosto às 2:00 pm hora Nova York haverá um Unicist Tweetinar sobre Desenho de Objetos Unicistas de Negócio conduzido por Peter Belohlavek.
Cadastre-se em: www.twitter.com/tweetinar_br

O Standard Unicista para a Construção de Objetos de Negócio desenvolvido por Peter Belohlavek permite maximizar a efetividade das organizações.

Os Objetos Unicistas de Negócios são sistemas adaptativos que foram desenvolvidos para prover um resultado específico.

Os objetos de Negócio são sistemas adaptativos complexos integrados por sub-sistemas que funcionam como objetos interdependentes.

Economizam energia, em geral mais de 30%, porque seguem as estruturas taxonômicas da natureza dos processos de negócios nos que atuam.

As seguintes pergunta serão respondidas durante o Tweetinar:

  1. Que são objetos Unicistas de negócio?
  2. Como funcionam os objetos de negócio?
  3. O que se necessita para integrar objetos de negócio nos processos?
  4. Que tipo de objetos de negócio existem para ser usados nos negócios?
  5. Baixo que circunstância não se pode usar objetos?
  6. O que ocorre quando os objetos falham?
  7. Como se constroem objetos?

Recomendamos ver o vídeo sobre este tema para encontrar suas respostas a estas perguntas:

Convidamos-le a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista e acessar o livro “Unicist Business Objects Building”: http://www.unicist.com/index-br.php

Diego Belohlavek
Expert System &
Business Platform Manager

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
05
2011
0

Modelagem de negócios: o uso de perguntas e respostas

Os negócios são, por definição, ações conscientes para satisfazer necessidades. Os homens e mulheres de negócios podem abordar estas necessidades sobre a base de respostas que têm ou de perguntas que se fazem.

Vender só “automóveis pretos” é uma abordagem baseada em respostas; pesquisar qual é a cor que se deseja é uma abordagem baseada em perguntas.

As pessoas que fazem o que acreditam estão guiadas por respostas. As pessoas que fazem o que se precisa estão guiadas por perguntas.

Os negócios que estão guiados por perguntas são, por natureza, “liberais” já que o input vem das necessidades do mercado. Os negócios guiados por respostas são “conservadores” porque as necessidades estão definidas por quem maneja o negócio.

As estratégias de mínima das empresas, que são aquelas que estão sob o controle da companhia, podem manejar-se com respostas. Os métodos, regras e guias de ação são caminhos definidos para desenvolver uma atividade e são homólogos ao que denominamos respostas.

As estratégias de máxima das companhias, que expandem os limites dos negócios, precisam ser manejadas com perguntas. O problema é compreender o que está dizendo o mercado. As respostas do mercado são, por definição, ambíguas e requerem a compreensão do campo unificado para ser interpretadas.

As estratégias de máxima requerem “liberais” e as estratégias de mínima necessitam “conservadores” para manejar o negócio.

Dirigir perguntas faz possível a introjeção das necessidades do mercado em troca o manejo de respostas implica projetar as decisões que alguém tomou. O modelado de negócios requer de ambas as abordagens para ser bem-sucedido.

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista:
http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Aug
02
2011
0

Arquitetura de Negócios: Tweetinar sobre Desenho Back2Back

A história da investigação da taxonomia do “Unicist Extreme Design” se remonta aos começos dos anos 80. Não é aplicável ao desenho artístico.

A abordagem ontológica unicista implica que se precisa conhecer o conceito do que se desenha.

Portanto, como a taxonomia está apoiada no conhecimento da estrutura conceitual de um objeto que se está desenhando, foi necessário o descobrimento das estruturas conceituais que subjazem aos objetos para que seja possível evitar descobrir o conceito do que se está desenhando no momento de fazê-lo.

Os maiores problemas que têm os desenhos em geral é que os conceitos não são os que lhe correspondem à natureza dos objetos que se desenham.

Dar por válido o conceito que subjaz a um objeto leva muito tempo, que normalmente não se tem ao ter que fazer um desenho.

Neste caso se toma a função operativa como representativa da natureza do objeto e isso funciona sempre e quando não se buscar uma diferenciação ou posicionamento particular.

No desenho das ações que respondem ao senso comum os conceitos são desnecessários.

Esta tecnologia de abordagem da realidade foi denominada Unicist XD – Extreme Design – por sua relação homóloga com a tecnologia XP -Extreme Programming.

Os valores que subjazem ao Unicist XD:

1.   A simplicidade
2.   A fundamentação
3.   A criatividade
4.   A responsabilidade
5.   O respeito
6.   A confiança no próximo e portanto em nós próprios

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. O que é a metodologia Back2Back?
  2. Quando é necessária e quando é desnecessária?
  3. Porquê se precisa ter o conhecimento do conceito que subjaze ao problema que se está resolvendo?
  4. Como se precisa treinar às pessoas que participam do trabalho Back2Back?
  5. Como funciona a “idéia do conceito” que é o ponto de partida da metodologia?
  6. Em que contextos não se pode aplicar a metodologia Back2Back?
  7. Como funciona o processo de desenho em tempo real?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista para conhecer o “Hiperrealismo nos Negócios”: http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Jul
19
2011
0

Ciência da Complexidade: Tweetinar sobre Diagnósticos Unicistas

Diagnosticar, do ponto de vista da etimologia, significa discernir, distinguir. O uso cotidiano lhe deu outro alcance que inclui procurar as causas de um problema.

De um ponto de vista conceitual, o diagnóstico se realiza para influir em uma realidade que se necessita prognosticar. A fundamentação faz com que um diagnóstico seja seguro ou não.

Todo diagnóstico inclui os aspectos intuitivos com os quais um indivíduo se aproxima a um problema novo. A diferença entre os diagnósticos não está na intuição, e sim no que fazer a partir da informação que ela oferece.

Encontramos cinco níveis de diagnóstico:

1)      O intuitivo – analógico
2)      O descritivo
3)      O estático
4)      O causal
5)      O funcional

O diagnóstico intuitivo – analógico

O diagnóstico intuitivo aborda a realidade desde as percepções subjetivas de um indivíduo.

Denominamos diagnóstico intuitivo àquele que não utiliza nenhuma fundamentação para validar a intuição.

O diagnóstico descritivo

É o diagnóstico que resulta da descrição dos aspectos visíveis de uma realidade, dos sintomas da mesma. É um diagnóstico funcional para a solução de problemas simples.

O diagnóstico estático

É o diagnóstico baseado na análise de uma realidade. Para poder analisar algo, deve-se poder fixá-lo e, portanto, a análise sempre é estática. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas simples em campos que possuem um alto nível de componentes formais ou racionais.

O diagnóstico causal

Está baseado na compreensão da realidade como um sistema. É um diagnóstico sistêmico que analisa a realidade como um sistema em funcionamento. Este diagnóstico é funcional para resolver problemas complexos com um baixo nível de ambigüidade.

O diagnóstico funcional

Está baseado no emprego dos conceitos que subjazem a uma realidade observada de um ponto de vista funcional. Este diagnóstico é funcional para a solução de problemas de alta complexidade que possuam componentes ambíguos.

O diagnóstico seguro

Um diagnóstico é seguro quando inclui todos os níveis de análise. Nesse caso podemos dizer que temos um conhecimento seguro dessa realidade. O custo em energia que isso implica é muito alto. Por isso, tende-se a utilizar diagnósticos que são confiáveis, ainda que não seguros, e a observar a evolução da realidade para validá-los.

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. Para o que se fazem diagnósticos?
  2. Para o que servem os diagnósticos intuitivos?
  3. Em que se sustentam os diagnósticos funcionais?
  4. Para o que servem os modelos de validação matemática?
  5. Para o que servem os modelos de validação conceitual?
  6. Para o que serve a metodologia dos 5 por que?
  7. Quais são os 5 por que necessários?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Convidamos-lhe a ser nosso hóspede na Biblioteca Unicista para conhecer o “Hiperrealismo nos Negócios”: http://www.unicist.com/index-br.php

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira na investigação em ciências da complexidade. Mais de 4.000 investigações ontológicas foram desenvolvidas desde 1976 até Julho 2011, no campo da evolução individual, institucional e social, incluindo o desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas.

Written by Peter Belohlavek in: Estratégia Unicista,Ontologia da Empresa,Unicist Tweetinar |
Jun
14
2011
0

Unicist Tweetinar sobre Organização guiada por Objetos

Uma organização unicista guiada por objetos é um modelo cibernético que desenha os processos e utiliza e reutiliza objetos para produzir resultados de acordo com objetos preestabelecidos.

As organizações guiadas por objetos precisam ter um alto nível de maturidade nos negócios. Pode-se definir que é a organização dos processos e o uso de objetos para alcançar os objetivos que foram estabelecidos em uma estratégia.

Uma organização guiada por objetos implica o desenvolvimento de uma estratégia de máxima que inclui o desenho de processos baseados em procedimentos taxonômicos para pô-los em ação e requer, além disso, uma visão compartilhada que faz que os processos sejam consistentes com o negócio.

As perguntas que serão respondidas no Unicist Tweetinar são:

  1. O que é a organização guiada por objetos?
  2. Para que serve utilizar este modelo organizacional?
  3. O que definem como objeto de negócios?
  4. Que conhecimento se precisa ter para definir um objeto de negócios?
  5. O que é o que se entende por seguro de qualidade?
  6. Para que serve o Standard Unicista de construção de objetos de negócio?
  7. Em que situações não pode utilizá-la organização guiada por objetos?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a organização pioneira no desenvolvimento de soluções guiadas por objetos de negócio de base ontológica para empresas. Desde 1976 até Setembro 2010 se desenvolveram mais de 3.500 investigações ontológicas no campo da evolução individual, institucional e social.

May
31
2011
0

Perguntas do Unicist Tweetinar sobre Segmentação Ontológica

As perguntas para os participantes do Tweetinar são as seguintes:

O que levou ao desenvolvimento do modelo se segmentação ontológica de mercado?
O que é a segmentação ontológica unicista?
Para que servem os fundamentals, que são os elementos que estruturam a ontologia do comportamento humano?
Quais são os elementos que integram a segmentação ontológica unicista de mercado?
Para que serve a segmentação ontológica unicista universal do mercado?
O que é a micro-segmentação ontológica de mercado?
Como se materializa a micro-segmentação na ação no mercado?

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, desenvolvidas desde 1976 até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
31
2011
0

Unicist Tweetinar sobre Micro-segmentação de Mercado

A micro-segmentação como um caminho para influir no cliente real foi possível graças ao descobrimento da segmentação ontológica de mercado.

Permite manejar e influir na ação de compra e a sua vez determinar os limites das possibilidades que determinam a impossibilidade de uma ação comercial.

Os conceitos e os fundamentals como base da atitude humana são o apoio deste modelo de segmentação. O estilo de vida de base antropológica permite determinar as condições do contexto da atividade comercial..

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, desenvolvidas desde 1976 até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

May
31
2011
0

Construção de marcas apoiada em objetos unicistas

O propósito de construir marcas é desenvolver catalisadores de negócio. Os catalisadores são aceleradores de processos. As marcas são um catalisador natural para o crescimento de mercado. Ao mesmo tempo é preciso considerar que se podem utilizar objetos de negócio para catalisar a construção de marcas.

Para construir objetos que acelerem a construção de marcas se precisa ter apreendido a natureza de um negócio e da correspondente marca. Apreender a natureza implica conhecer a ontologia de um negócio e da marca necessária.

Pode-se definir a ontologia de uma marca como a integração do propósito, que é a construção de goodwill, com a marca do produto e a imagem institucional.

Goodwill é o “valor subjetivo” de algo que excede seu “valor objetivo”. O goodwill se mede em dinheiro.

Os produtos representam naturalmente a função ativa da construção de marcas e a imagem institucional é a função de conservação de energia. Se algum dos elementos faltar, a marca vai gerar um goodwill negativo.

É preciso levar em conta que os objetos de negócio são sistemas adaptativos desenvolvidos para produzir um resultado predefinido. Emulam a organização da natureza. Por exemplo, uma árvore é um objeto. Uma pessoa terá acelerado a evolução se pôde transladar árvores de um meio para outro. A construção de marcas se acelera quando se utilizam os objetos adequados.

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, desenvolvidas desde 1976 até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

 

May
26
2011
0

Ontologia da velocidade interna da tomada de decisões

Uma decisão foi tomada quando foi implementada. Antes da implementação as decisões são simples expressões de desejo.

A velocidade na tomada de decisões depende do tipo de pensamento lógico da pessoa. É necessário esclarecer que a velocidade é definida como o tempo cronológico que transcorre entre o momento em que ocorre um fato novo e a implementação de uma ação real para exercer uma influência efetiva.

Quando mais evoluído esteja o pensamento lógico de uma pessoa tanto major é sua velocidade de ação:

1) O pensamento analógico leva às indecisões porque prevalecem as necessidades e crenças pessoais. Sua velocidade é “0” (zero).

2) O pensamento operativo requer fazer os estudos técnico-analíticos necessários para definir o problema e a possível solução. Este é considerado o tempo standard para a tomada de decisões.

3) O pensamento analítico permite focalizar os estudos técnico-analíticos operacionais. Isto duplica a velocidade do pensamento operativo.

4) O pensamento sistêmico (científico) focaliza em uma operação específica o que reduz o custo da preparação da tomada de decisões sobre a base da existência de uma hipótese de solução. Isto duplica a velocidade do pensamento analítico.

5) O pensamento conceitual provê a estrutura ontológica que subjaze à operação. Permite definir os impulsores essenciais da solução. Isto duplica a velocidade do pensamento sistêmico.

6) O pensamento unicista provê a compreensão dos limites da solução o que permite desenvolver um plano B (que inclui um inibidor de entropia) e um plano C (que inclui um catalisador). Isto duplica a velocidade do pensamento conceitual.

Conclusão

A velocidade interior não pode ser acelerada sem produzir resultados paradoxais.

A velocidade interior evolui com o indivíduo, mas uma aceleração súbita leva a pessoa ao pensamento analógico.

Deve se ter em conta que a massa da população tende a utilizar pensamento analógico no trabalho. Nas decisões em equipes de trabalho é necessário aceitar que um trem se move à velocidade de seu vagão mais lento (metáfora).

As velocidades mencionadas mais acima foram confirmadas empiricamente.

Acesse um Unicist Tweetinar sobre esta matéria em:
http://www.academic.unicist.org/br/unicist_tweetinars.shtml

Conheça o uso de soluções de base ontológica para os negócios:
http://www.unicist.net/br/obs.shtml

Peter  Belohlavek

NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.500 investigações, até Setembro de 2010, em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Ontologia Unicista de Evolução.

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