Um fato vale mais que um milhão de palavras
Quando ditos e fatos são consistentes, a comunicação é perfeita.
A linguagem factual é a que se usa para refletir fatos, e estes fatos são tais enquanto não forem interpretados. Quando os fatos são interpretados em lugar de apreendidos em sua funcionalidade, deixam de ser fatos.
A linguagem dos fatos é uma metalinguagem. É a mais poderosa das linguagens. Mas como os fatos se comunicam com palavras sofrem transformações, produto das projeções, interpretações e distorções perceptivas.
Se a linguagem dos fatos é consistente, estas transformações não geram desinformação e com o tempo terminam representando os fatos que lhe subjazem.
No transcurso do processo de assegurar que as palavras sejam representativas dos fatos, requer-se da linguagem diplomática, para evitar danos na comunicação.
A linguagem factual tem um limite que está no fato de que se precisa “acreditar para ver”. Só se vêem os fatos que se acredita que possam existir. A afirmação de “ver para acreditar” é dita pelos que são cegos aos fatos porque sofrem de desconfiança intrínseca.
Acesso gratuito à “Ontologia Unicista da Linguagem”:
http://www.unicist.org/br/d_uol.php
Diana Belohlavek
VP Knowledge Management
& Communication
NOTA: The Unicist Research Institute é a maior organização de investigações do mundo em sua especialidade, baseada em mais de 3.000 investigações em ciências da complexidade aplicadas à evolução individual, institucional e social. As investigações aplicadas estão baseadas no descobrimento da Inteligência Ontogenética da Natureza e a conseqüente Teoria Unicista de Evolução.
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